terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Em pele de Ovelha

Ezequiel 22:27 é parte do relatório das culpas de por que Deus castigou tão severamente o reino de Israel e Judá, um com o cativeiro dos Assírios, e o outro com o cativeiro dos babilônios. 
O motivo que ele dá, e devemos ponderar, é que, ao invés de seus príncipes guardarem seus povos como ovelhas, os roubavam como lobos.
Muitos tornaram-se especialistas na infame arte de roubar e devorar ovelhas. Suas e alheias.
Se um demônio pode transfigurar-se em anjo, bem pode um lobo em ovelha para melhor espreitá-las.
Em Jeremias 3:15 o Senhor promete: "Eu vos darei pastores segundo o meu coração..,"
Se são lobos os que nos pastoreiam, o Senhor Deus nos promete pastoreio melhor. Em seu filho Jesus está o grande exemplo, pois diz ele de si mesmo: "Eu SOU o bom pastor..,"

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Aniversário de 46 anos da Igreja Evangélica Jesus Voltará

Domingo, 1º de Setembro de 2013
Aniversário (46 anos) da IGREJA EVANGÉLICA JESUS VOLTARÁ (Vila Maria - SP)
Um dia de celebração maravilhoso na presença daquele que é o autor e consumador da nossa salvação.
 A Nani (levita) deixou-se ser usada pelo Espírito Santo e nos abençoou a todos. O Coral JV cantou manifestando a unção que carregam na vida. Parabéns ao Pr Ary Osvaldo Meira de Paulo, parabéns aos pastores, obreiros e demais oficiais do ministério.
Aqui o momento contagiante do início do culto.


terça-feira, 24 de setembro de 2013

quarta-feira, 13 de março de 2013

QUEM DESEJA SER DISCÍPULO DESSE HOMEM?!!

Assisto envergonhado e constrangido alguns programas (ditos) evangélicos na televisão e nas rádios, e também pelo vejo nos púlpitos das igrejas. Não sei por que insisto.., talvez na esperança de aprender ou entender algo que está ali.
Pois bem, acho que eu entendi umas coisinhas:
A guerra entre os que se AUTODECLARAM “homens de Deus” é insana; e principalmente quanto tentam nos convencer que EU SOU mais “homem de Deus” que os outros. É de rir né? Parece coisa de menino: "o meu é maior que o seu..,"
No mesmo nível de batalha há também a busca do quem é o melhor e maior “profeta, apostolo, bispo, etc”
Todos querem uma mesma coisa: nosso rico dinheirinho.., perdoe-me os corretos; se houver é claro.
Por que não desejam serem como Jesus? Vou tentar explicar:
• Era Deus, mas escolheu viver como homem.
• Era rico, mas vivia como pobre e entre os pobres.
• Podia ser Rei, mas escolheu ser servo.
• Podia ser leão, mas escolheu ser cordeiro.
Jesus sempre escolheu a pior opção.

Não sei qual igreja Ele frequentaria em nossos dias.
Por essas pequenas coisas é que os arautos da prosperidade, da confissão positiva, do somos mais que vencedores, dos “agora é só vitória”, preferem ser “homens de Deus” olhando para os patriarcas e não para Jesus. Com Jesus é muito sofrimento, muita luta; Jesus ensina perder se quiser ganhar, Jesus ensina ir para a obra e viver de favores (uma noite aqui, outra ali conforme a disposição de alguém).
Abraão nãããooooo.., é o homem de Deus prospero, conquistador, vitorioso.
O próximo que me dizer: eu sou “homem de Deus” ou tal pessoa é “homem de Deus”.., sei não viu, melhor nem pensar!
Vou te mostrar em, mais uma imagem, o que foi para Jesus (meu Mestre) uma vida de vitória:
As imagens de chocam? Queira Deus elas produzam o mesmo efeito que está sendo produzido em mim

“Se não for para ser igual a Jesus, então não quero ser igual a ninguém!”

HOMEM DE DEUS ou DISCÍPULO DE JESUS?!


SE EU FOR HOMEM DE DEUS.., VAI ACONTECER!

Por que muitos desejam ser “homens de Deus” e não discípulos de Jesus?
Porque ser discípulo de Jesus para eles é “roubada”. Se não vejam só, apenas umas pequenas coisas propostas por Jesus a seus discípulos:
• Levar tapa na cara e ainda oferecer o outro lado
• Dar comida para seus desafetos se eles o pedirem
• O cara vem roubar teu note e tu dar também o tablet
• Convidar pra almoçar em casa quem eu não conheço e os que não podem retribuir o convite
• Ficar contente com o pão (pão mesmo rsrsr) de cada dia e não se preocupar com o de amanhã
• Dar a vida inclusive pelos inimigos
• Pegar uma cruz e seguir atrás dele (tu sabes onde isso vai dar né?)
• Sair sem carteira para fazer a obra
• Não alegrarem-se com a produção de sinais, prodígios e maravilhas mas com nome estar ou não escrito no livro da vida
• Olhar a todos com misericórdia.
Difícil né?!
Melhor é ser “homem de Deus porque ai é “só vitória!” rsrsrsr
Por que que "homem de Deus gostaria de terminar a vida assim??:

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Aê meus irmãos., Paz!

Estou postando esse vídeo para sua apreciação.
É sempre muito bom rever conceitos.
É muio bom quando podemos aceitar novos e dispensar velhos ou renová-los.
Uma excelente entrevista com João Alexandre e Silvera.
Curtam:

http://www.youtube.com/watch?v=jEWRluLnSUo&feature=share





Abração.

Carta aos Grupos de Louvor - James K.A Smith


Carta transcrita de James K.A Smith

Querido Grupo de Louvor,

Eu aprecio muito a sua disponibilidade e desejo de oferecer seus dons a Deus em adoração. Aprecio sua devoção e celebro sua fidelidade — arrastando-se para a igreja cedo, domingo após domingo, separando tempo para ensaiar durante a semana, aprendendo e escrevendo novas canções, e tantas coisas mais. Assim como aqueles artistas e artesãos que Deus usou para criar o tabernáculo (Êxodo 36), vocês são dispostos a dispor seus dons artísticos a serviço do Deus Triuno.

Portanto, por favor, recebam esta pequena carta no espírito que ela carrega: como um encorajamento a refletir sobre a prática de “conduzir a adoração”. A mim parece que vocês frequentemente simplesmente optaram por uma prática sem serem encorajados a refletir em sua lógica, sua “razão de ser”. Em outras palavras, a mim parece que vocês são frequentemente recrutados a “conduzir a adoração” sem muita oportunidade de parar e refletir na natureza da “adoração” e o que significaria “conduzir”.

Especificamente, minha preocupação é que nós, a igreja, tenhamos involuntariamente encorajado vocês a simplesmente importar práticas musicais para a adoração cristã que — ainda que elas possam ser apropriadas em outro lugar — sejam prejudiciais à adoração congregacional. Mais enfaticamente, usando a linguagem que eu empreguei primeiramente em Desiring the Kingdom¹, às vezes me preocupo de que tenhamos involuntariamente encorajado vocês a importar certas formas de execução que são, efetivamente, “liturgias seculares” e não apenas “métodos” neutros. Sem perceber, as práticas dominantes de execução nos treinam a relacionar com a música (e os músicos) de certa maneira: como algo para o nosso prazer, como entretenimento, como uma experiência predominantemente passiva. A função e o objetivo da música nestas “liturgias seculares” é bem diferente da função e o objetivo da música na adoração cristã.

Então deixe-me oferecer apenas alguns breves conceitos com a esperança de encorajar uma nova reflexão na prática da “condução da adoração”:

1. Se nós, a congregação, não conseguimos ouvir a nós mesmos, não é adoração. A adoração cristã não é um concerto. Em um concerto (uma particular “forma de execução”), nós frequentemente esperamos ser sobrepujados pelo som, particularmente em certos estilos de música. Em um concerto, nós acabamos esperando aquele estranho tipo de privação dos sentidos que acontece com a sobrecarga sensorial, quando o golpe do grave em nosso peito e o fluir da música sobre a multidão nos deixa com a sensação de uma certa vertigem auditiva. E não há nada de errado com concertos! Só que a adoração cristã não é um concerto. A adoração cristã é uma prática coletiva, pública e congregacional — e o som e a harmonia reunidos de uma congregação cantando em uníssono é essencial à prática da adoração. É uma maneira “desempenhar” a realidade de que, em Cristo, nós somos um corpo. Mas isso requer que nós na verdade sejamos capazes de ouvir a nós mesmos, e ouvir nossas irmãs e irmãos cantando ao nosso lado. Quando o som ampliado do grupo de louvor sobrepuja às vozes congregacionais, não podemos ouvir a nós mesmos cantando — então perdemos aquele aspecto de comunhão da congregação e somos encorajados a efetivamente nos tornarmos adoradores “privados” e passivos.

2. Se nós, a congregação, não podemos cantar juntos, não é adoração. Em outras formas de execução musical, os músicos e as bandas irão querer improvisar e “serem criativos”, oferecendo novas execuções e exibindo sua virtuosidade com todo tipo de diferentes trills e pausas e improvisações na melodia recebida. Novamente, isso pode ser um aspecto prazeroso de um concerto, mas na adoração cristã isso significa apenas que nós, a congregação, não conseguimos cantar junto. Então sua virtuosidade desperta nossa passividade; sua criatividade simplesmente encoraja nosso silêncio. E enquanto vocês possam estar adorando com sua criatividade, a mesma criatividade na verdade desliga a canção congregacional.

3. Se vocês, o grupo de louvor, são o centro da atenção, não é adoração. Eu sei que geralmente não é sua culpa que os tenhamos colocado na frente da igreja. E eu sei que vocês querem modelar a adoração para que nós imitemos. Mas por termos encorajado vocês a basicamente importar formas de execução do local do concerto para o santuário, podemos não perceber que também involuntariamente encorajamos a sensação de que vocês são o centro das atenções. E quando sua performance se torna uma exibição de sua virtuosidade — mesmo com as melhores das intenções — é difícil opor-se à tentação de fazer do grupo de louvor o foco de nossa atenção. Quando o grupo de louvor executa longos riffs, ainda que sua intenção seja “ofertá-los a Deus”, nós na congregação nos tornamos completamente passivos, e por termos adotado o hábito de relacionar a música com os Grammys e o local de concerto, nós involuntariamente fazemos de vocês o centro das atenções. Me pergunto se há alguma ligação intencional na localização (ao lado? conduzir de trás?) e na execução que possa nos ajudar a opor-nos contra estes hábitos que trazemos conosco para a adoração.

Por favor, considerem estes pontos com atenção e reconheçam o que eu não estou dizendo. Este não é apenas algum apelo pela adoração “tradicional” e uma crítica à adoração “contemporânea”. Não pense que isto é uma defesa aos órgãos de tubos e uma crítica às guitarras e baterias (ou banjos e bandolins). Minha preocupação não é com o estilo, mas com a forma: O que estamos tentando fazer quando “conduzimos a adoração?” Se temos a intenção que a adoração seja uma prática congregacional de comunhão que nos traz a um encontro dialógico com o Deus vivo — em que a adoração não seja meramente expressiva, mas também formativa² — então podemos fazer isso com violoncelos, guitarras, órgãos de tubos ou tambores africanos.

Muito, muito mais poderia ser dito. Mas deixe-me parar por aqui, e por favor receba esta carta como o encorajamento que ela foi feita para ser. Eu adoraria vê-los continuar a oferecer seus dons artísticos ao Deus Triuno que está nos ensinando uma nova canção.

Sinceramente,

Jamie

 Abração!