Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos.
Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me.
Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas.
Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada.
A maior fraqueza de pessoas como Maria seja, talvez, seu desprazer ou falta de apreciação para com o papel vital de MARTA ao ministrar ao lado humano de Jesus (e para com o papel do ministério das "Martas modernas" às pessoas para quem Jesus manifesta a Sua presença). Um fervoroso estudioso dos místicos cristãos que inflamaram o caminho para caçar a Deus em gerações que se passaram, contou a seguinte história da vida de um "pai do deserto", chamado Abba Silvanus, que demonstra claramente a necessidade do serviço espiritual de "Martas" práticas: CONTINUE LENDO:



