quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Aê meus irmãos., Paz!

Estou postando esse vídeo para sua apreciação.
É sempre muito bom rever conceitos.
É muio bom quando podemos aceitar novos e dispensar velhos ou renová-los.
Uma excelente entrevista com João Alexandre e Silvera.
Curtam:

http://www.youtube.com/watch?v=jEWRluLnSUo&feature=share





Abração.

Carta aos Grupos de Louvor - James K.A Smith


Carta transcrita de James K.A Smith

Querido Grupo de Louvor,

Eu aprecio muito a sua disponibilidade e desejo de oferecer seus dons a Deus em adoração. Aprecio sua devoção e celebro sua fidelidade — arrastando-se para a igreja cedo, domingo após domingo, separando tempo para ensaiar durante a semana, aprendendo e escrevendo novas canções, e tantas coisas mais. Assim como aqueles artistas e artesãos que Deus usou para criar o tabernáculo (Êxodo 36), vocês são dispostos a dispor seus dons artísticos a serviço do Deus Triuno.

Portanto, por favor, recebam esta pequena carta no espírito que ela carrega: como um encorajamento a refletir sobre a prática de “conduzir a adoração”. A mim parece que vocês frequentemente simplesmente optaram por uma prática sem serem encorajados a refletir em sua lógica, sua “razão de ser”. Em outras palavras, a mim parece que vocês são frequentemente recrutados a “conduzir a adoração” sem muita oportunidade de parar e refletir na natureza da “adoração” e o que significaria “conduzir”.

Especificamente, minha preocupação é que nós, a igreja, tenhamos involuntariamente encorajado vocês a simplesmente importar práticas musicais para a adoração cristã que — ainda que elas possam ser apropriadas em outro lugar — sejam prejudiciais à adoração congregacional. Mais enfaticamente, usando a linguagem que eu empreguei primeiramente em Desiring the Kingdom¹, às vezes me preocupo de que tenhamos involuntariamente encorajado vocês a importar certas formas de execução que são, efetivamente, “liturgias seculares” e não apenas “métodos” neutros. Sem perceber, as práticas dominantes de execução nos treinam a relacionar com a música (e os músicos) de certa maneira: como algo para o nosso prazer, como entretenimento, como uma experiência predominantemente passiva. A função e o objetivo da música nestas “liturgias seculares” é bem diferente da função e o objetivo da música na adoração cristã.

Então deixe-me oferecer apenas alguns breves conceitos com a esperança de encorajar uma nova reflexão na prática da “condução da adoração”:

1. Se nós, a congregação, não conseguimos ouvir a nós mesmos, não é adoração. A adoração cristã não é um concerto. Em um concerto (uma particular “forma de execução”), nós frequentemente esperamos ser sobrepujados pelo som, particularmente em certos estilos de música. Em um concerto, nós acabamos esperando aquele estranho tipo de privação dos sentidos que acontece com a sobrecarga sensorial, quando o golpe do grave em nosso peito e o fluir da música sobre a multidão nos deixa com a sensação de uma certa vertigem auditiva. E não há nada de errado com concertos! Só que a adoração cristã não é um concerto. A adoração cristã é uma prática coletiva, pública e congregacional — e o som e a harmonia reunidos de uma congregação cantando em uníssono é essencial à prática da adoração. É uma maneira “desempenhar” a realidade de que, em Cristo, nós somos um corpo. Mas isso requer que nós na verdade sejamos capazes de ouvir a nós mesmos, e ouvir nossas irmãs e irmãos cantando ao nosso lado. Quando o som ampliado do grupo de louvor sobrepuja às vozes congregacionais, não podemos ouvir a nós mesmos cantando — então perdemos aquele aspecto de comunhão da congregação e somos encorajados a efetivamente nos tornarmos adoradores “privados” e passivos.

2. Se nós, a congregação, não podemos cantar juntos, não é adoração. Em outras formas de execução musical, os músicos e as bandas irão querer improvisar e “serem criativos”, oferecendo novas execuções e exibindo sua virtuosidade com todo tipo de diferentes trills e pausas e improvisações na melodia recebida. Novamente, isso pode ser um aspecto prazeroso de um concerto, mas na adoração cristã isso significa apenas que nós, a congregação, não conseguimos cantar junto. Então sua virtuosidade desperta nossa passividade; sua criatividade simplesmente encoraja nosso silêncio. E enquanto vocês possam estar adorando com sua criatividade, a mesma criatividade na verdade desliga a canção congregacional.

3. Se vocês, o grupo de louvor, são o centro da atenção, não é adoração. Eu sei que geralmente não é sua culpa que os tenhamos colocado na frente da igreja. E eu sei que vocês querem modelar a adoração para que nós imitemos. Mas por termos encorajado vocês a basicamente importar formas de execução do local do concerto para o santuário, podemos não perceber que também involuntariamente encorajamos a sensação de que vocês são o centro das atenções. E quando sua performance se torna uma exibição de sua virtuosidade — mesmo com as melhores das intenções — é difícil opor-se à tentação de fazer do grupo de louvor o foco de nossa atenção. Quando o grupo de louvor executa longos riffs, ainda que sua intenção seja “ofertá-los a Deus”, nós na congregação nos tornamos completamente passivos, e por termos adotado o hábito de relacionar a música com os Grammys e o local de concerto, nós involuntariamente fazemos de vocês o centro das atenções. Me pergunto se há alguma ligação intencional na localização (ao lado? conduzir de trás?) e na execução que possa nos ajudar a opor-nos contra estes hábitos que trazemos conosco para a adoração.

Por favor, considerem estes pontos com atenção e reconheçam o que eu não estou dizendo. Este não é apenas algum apelo pela adoração “tradicional” e uma crítica à adoração “contemporânea”. Não pense que isto é uma defesa aos órgãos de tubos e uma crítica às guitarras e baterias (ou banjos e bandolins). Minha preocupação não é com o estilo, mas com a forma: O que estamos tentando fazer quando “conduzimos a adoração?” Se temos a intenção que a adoração seja uma prática congregacional de comunhão que nos traz a um encontro dialógico com o Deus vivo — em que a adoração não seja meramente expressiva, mas também formativa² — então podemos fazer isso com violoncelos, guitarras, órgãos de tubos ou tambores africanos.

Muito, muito mais poderia ser dito. Mas deixe-me parar por aqui, e por favor receba esta carta como o encorajamento que ela foi feita para ser. Eu adoraria vê-los continuar a oferecer seus dons artísticos ao Deus Triuno que está nos ensinando uma nova canção.

Sinceramente,

Jamie

 Abração!

sábado, 27 de outubro de 2012

JUÍZES!


A voz ponderada do decano (Época  Edição 752 15/10/12)

Com a palavra Vs.Excelência o Ministro Celso de Mello

 Do direito ao governo honesto:

“A ordem jurídica não pode permanecer indiferente a condutas de membros do Congresso Nacional, ou de quaisquer outras autoridades da República, que ajam incidindo em censuráveis desvios éticos e em reprováveis transgressões criminosas no desempenho da elevada função de representação política do povo brasileiro.  O cidadão tem o direito de exigir que o Estado seja dirigido por administradores íntegros, por legisladores probos e por juízes incorruptíveis.  Quem tem o poder e a força do Estado em suas mãos NÃO tem o direito  de exercer em seu próprio benefício a autoridade que lhe é conferida pelas leis da República. O direito ao governo honesto, nunca é demasiado reconhecê-lo, traduz uma prerrogativa insuprimível da cidadania. A imputação a qualquer membro do Congresso Nacional de atos que importem em transgressão ao decoro parlamentar revela-se fato que assume perante o corpo de cidadãos a maior gravidade, a exigir, por isso mesmo, por efeito de imposição ética emanada de um dos dogmas essenciais da República, repulsa por parte do Estado.”
Abração!

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Fui a um culto no domingo, (14/10), a convite de um pastor amigo (Emerson) onde ele e sua família reunem-se para adorar a Deus. Um culto simples, em um lugar simples, com pessoas simples, um momento de louvor carregado de simplicidade e uma palavra despretensiosa mas poderosa. Era o ingrediente certo para o Senhor Deus impactar mais uma vez minha vida. O chamado reascendeu-se; a convicção reafirmou-se e caminhada se fez nova.
A pesca maravilhosa e a pesca milagrosa.
Minha vida ganhou sentido e uma inundação de novos pensamentos, posicionamentos e valores vieram sobre mim.
Amo a Palavra de Deus!
Na boca e vida de homens de Deus ela tem poder para transformar jornadas.
"Lampada para os meus pés é a tua palavra e luz para o meu caminho!
Abração!

domingo, 7 de outubro de 2012

Mario de Andrade


Retrato de Novembro

Os trabalhadores protestam na rua, Excelência.
Não me incomodam!
Como?!
Não vou sair para essas bandas!
Querem avistar-se com Vossa Excelência.
Não os conheço!
Já estão a fazer barulho.
Manda-os embora!
Não abalam.
Manda-os calar!
Não nos escutam, Excelência.
Bom, somos um país livre!
Mas a gritaria vai-nos incomodar.
Fecha as portas e as janelas!
Mesmo assim os ouviremos.
Tapa os ouvidos!
Também não resulta, Excelência.
Então, ignora-os!
Como?!
Finge que não existem!
Vai ser difícil, Excelência.
Mas não impossível!

Fundamentalistas

Sempre vou respeitar Caio Fábio!
Sua capacidade de expor o que a gente crê é única e poderosa.
Vejam isso que ele diz em um debate com Paulo Coelho:


"Todo fundamentalista é pagão, porque é confinador daquilo que é inconfinável, que é Deus. O fundamentalismo pratica a mais estúpida tentativa que o ser humano pode fazer sobre o Criador, que é tentar domesticar Deus. Ou então querer dizer até onde Deus vai, o que Deus pode e o que não pode fazer, ou a quem deve ouvir. O fundamentalismo entende que Deus está a serviço da religião, e isso é paganismo cego, inverte a ordem universal, na qual todas as coisas existem para Deus e em Deus. E Deus é aquele que tem a absoluta liberdade de ser, sem jamais explicar porque Ele resolveu ser o que Ele é. Esses grupos todos que falam de maneira obcecada e fanatizada sobre fé, em geral, são os mais inseguros e os mais resistentes, porque não têm capacidade de aceitar qualquer encontro com qualquer coisa que eles acreditam, sob pena de que isso sacuda e enfraqueça os fundamentos, sobre os quais não admitem que se façam perguntas".
Demais né?!!
Abração!

sábado, 1 de setembro de 2012

SOU CRENTE!


SOU CRENTE!
Hoje, como já a alguns dias, venho  pensando em rever algumas posturas..,

Aprendi com uma  “turma” que crente até o diabo é.., como o próprio Jesus bem disse, porém um tipo de crente que teme mas não obedece..,
Então me lembrei de como éramos conhecido no passado e ainda o somos em algumas regiões..,  Crentes!

Então comecei a trazer a memória a simplicidade que era o “viver Cristo” sem as complicações teológicas que  permeiam o meio hoje.
O que vou dizer é opção minha, é teologia minha, é conceito meu, é escolha minha  e fruto do meu pensar.., é fruto da minha fé e do pouco saber que carrego.

SOU CRENTE!
Crente como antigamente.
Vou à igreja, ponho terno e gravata, bato palma, oro alto, dou dízimo e dou oferta.., faço jejum e vou para vigílias, dou a paz do Senhor na rua, falo em língua estranha,  e dou glória a Deus sempre que o ocasião é propícia.

SOU CRENTE!
Creio em Jesus Filho Unigênito de Deus Pai, creio no batismo com Espírito Santo, na volta de Jesus daqui a pouco, e afirmo que se você não aceitar Jesus como teu Único e Suficiente Salvador você vai para o inferno mesmo e que para agradar a Deus tem que viver em santidade.

SOU CRENTE!
Crente porque é o adjetivo que nenhum cristão, gospel, evangélico desse  tempo deseja ser conhecido por parecer  sinônimo de radicalismo, intolerância e fanatismo.

SOU CRENTE! Crente como se deve ser.
SOU CRENTE! Crente como Jesus espera que eu seja!

Para mim basta!

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Obra???


"Oh!, vós que pensais e que meditais nos rumos que tomam os "evangélicos"! Pensai!
Aprendi uma verdade a alguns anos e a tenho como verdade acima de tudo que vejo e ouço: O Evangelho é um Homem, e, esse Homem é Jesus. Ponto!

‎"Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou.  (1 João 2:6)  Fato!

Disse Jesus: "A minha comida é fazer a vontade Daquele que me enviou e concluir a sua obra" (João 4.14)..,

Portanto, a de se perguntar: do que nós nos alimentamos?

Qual tem sido realmente nosso alimento?
Qual é a obra de Deus que Jesus se refere como incompleta, e, que nos convida completá-la?

O mesmo Senhor Jesus disse: "Assim com o Pai me enviou tambem Eu os envio

 Para completar a obra?  É assim que voce entende?

Será que é essa aqui ó (rsrsr) "Para isso se MANIFESTOU o filho de Deus,: para DESFAZER as obras do diabo"

Sugiro outra pergunta: "Qual é a obra do diabo que necessita ser desfeita?"

Isaias 61  nos dá pistas dessa obra  como sugerido pelo  pastor Paulo Severino : O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para:
 pregar boas novas aos mansos;
enviou-me a restaurar os contritos de coração,
a proclamar liberdade aos cativos,
e a abertura de prisão aos presos;
A apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus;
a consolar todos os tristes;
A ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza veste de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do SENHOR, para que ele seja glorificado.

Viu?  A gente nem precisa inventar a ladainha que ouvimos nas igrejas, na Tv e nas Rádios!

Mãos a obra!
Abração!

domingo, 12 de agosto de 2012

Paz de Deus!

Logo depois, Jesus obrigou seus discípulos a entrar na barca e a passar antes dele para a outra margem, enquanto ele despedia a multidão.
Feito isso, subiu à montanha para orar na solidão. E, chegando a noite,
4) Entretanto, já a boa distância da margem, a barca era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário.
 Pela quarta vigília da noite, Jesus veio a eles, caminhando sobre o mar.
 Quando os discípulos o perceberam caminhando sobre as águas, ficaram com medo: É um fantasma! disseram eles, soltando gritos de terror.
Mas Jesus logo lhes disse: Tranqüilizai-vos, sou eu. Não tenhais medo!
Pedro tomou a palavra e falou: Senhor, se és tu, manda-me ir sobre as águas até junto de ti!
 Ele disse-lhe: Vem! Pedro saiu da barca e caminhava sobre as águas ao encontro de Jesus.
 Mas, redobrando a violência do vento, teve medo e, começando a afundar, gritou: Senhor, salva-me!
 No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse: Homem de pouca fé, por que duvidaste?
Apenas tinham subido para a barca, o vento cessou.
Então aqueles que estavam na barca prostraram-se diante dele e disseram: Tu és verdadeiramente o Filho de Deus.
 
Esta história, para mim, nunca teve a ver com o homem "andar sobre as aguas", mas sim com continuar no barco. Foi uma experiência baseada no medo e na precipitação. Jesus só disse sim a Pedro em resposta ao seu desafio de ir até onde Ele estava. A experiência, andar sobre as aguas, foi um redondo fracasso visto que, "andar sobre as aguas" só Jesus mesmo.
Quer um verdadeiro milagre? Fique no barco. Jesus entra nele e acalma os ventos e as aguas.
Confie na palavra de Jesus: entre no barco e reme até o outro lado.
Se precisar de um milagre ele irá ao teu encontro, mas permaneça no barco.
Abração!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Amor.., Amor.., Eterno Amor!

Em todos os outras coisas o deixar de ser é sinal de que já foram; no amor o deixar de ser é sinal de nunca ter sido. Deixou de ser? Pois nunca foi. Deixastes  de amar? Pois nunca amastes. O amor que não é de todo o tempo, e de todos os tempos, não e amor, nem foi, porque se chegou a ter fim, nunca teve principio. É como a eternidade que se por impossivel, tivera fim, não teria sido eternidade.
Só Deus ama com esse amor! Ninguem Mais!
Só o amor de Jesus, apesar dos anos e dos séculos, será sempre inteiro, sem diminuição, sempre firme, sempre perseverante, sempre o mesmo.
Abração!

APELO...,!

                                       AOS AMIGOS LEITORES QUE ENTRAM AQUI.., !!


Abração a todos!

Companheiros no roubo e no inferno!

Antigamente os que assistiam ao lados dos princípes (governantes), chamavam-se LATERONES; e depois, corrompendo-se o vocábulo, chamaram-se LATRONES. E que seria se assim. como se corrompeu o vocábulo, se corrompessem também os que o mesmo vocábulo dá nome? Mas eu nem digo e nem cuido tal coisa. O que só digo e sei por ser teologia certa, é que em qualquer parte do mundo se pode verificar o que Isaías diz dos princípes (governantes) de Jerusalém: ".., os teus principes (governantes) são companheiros de ladrões" E por quê?!
  •  são companhanheiros de ladrões, porque os dissimulam
  • são companheiros de ladrões porque os consentem
  • são companheiros de ladrões porque lhes dão ministérios e poderes
  • são companheiros de ladrões porque os defendem
  • e finalmente são companheiros de ladrões porque os acompanham e hão de acompanhar ao inferno, onde os mesmos ladrões os levam consigo.
E não falo mais nisso.., nem com minhas palavras nem com as de outro!!
Abração!

domingo, 11 de março de 2012

Reis e ladrões no inferno!

Como os maus ministros levam consigo ao infernos os bons governantes?
Na verdade, não por um só motivo, senão por muitos, os quais parecem invisiveis e ocultos, mas são na verdade claros e manifestos.
primeiro, porque os governantes lhes dão os ministérios e poderes com que roubam
segundo, porque os governantes os conservam no ministério
terceiro, porque os governantes os adiantam e promovem a outros ministérios maiores (melhores)
e, finalmente, porque, sendo os governantes obrigados sob pena de salvação, a restituir todos os roubos que fizeram, nem na vida, nem na morte o farão.
Querem saber os governantes se os que colocam no ministério são ladrões ou não? Observem esta regra simples de Cristo: "o que não entra pela porta, esse é ladrão e roubador" (João 10:1)
A porta por qual um politico entra LEGITIMAMENTE  no ministério deve ser  a do merecimento. E todo o que não entra por essa porta, mas pelas "janelas e muros" das trocas de favores e negociatas, não só diz Cristo que é ladrão, senão ladrão e ladrão. E por que é duas vezes ladrão? Uma vez porque furta o ministério, e outra vez porque há de furtar com ele.
O que entra pela porta (merecimento) PODERÁ VIR A SER LADRÃO, MAS OS QUE NÃO ENTRAM POR ELA JÁ O SÃO.
Deus nos ajude!
Abração!

segunda-feira, 5 de março de 2012

O tempo é agora

Por ocasião do dilúvio não podiam  o povo nadar nem salvar-se na arca de Noé, uns porque estavam muito longe, outros porque não sabiam dela, e todos porque a arca não tinha mais que uma porta, e essa estava fechada por fora, tinha Deus levado a chave.

Os que pereceram no dilúvio são os que não se quiseram persuadir, e se foram dilatando até que não tiveram mais remédio.
Continuamos a vida, como se ela nunca houvera de acabar, e tão esquecidos da conta, como se Deus não nos houvera de pedir.  "Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos; assim será também a vinda do Filho do homem. (Mateus 24:36-42)

O tempo de salvar-se é agora! Salve-se entregando tua vida ao que tem a chave da arca!
Abração!
Deus não se agrada de afetos subitos, senão de coraçoes preparados (Salmo 108)

Arrogância e Valentia

Golias tinha altura de seis covados e um palmo (I Reis 17:4) equivalente a altura de tres homens; pois se era no tamanho como a três homens, por que não desafiava a sua arrogância, ou a três, ou quando menos a dois, mas a um só? "Escolhei dentre vós um homem que desça a mim" (I Samuel 17:8) "dai-me um homem, para que nós dois pelejemos" (v.10)
Não o fêz porque sabia como soldado que era, que um homem contra mais que um homem, por mais valente e gigante que seja, não tem condições para o enfrentamento!
A arrogância nos valentes sempre é maior que a valentia.
Em poucas palavras: Golias no enfrentamento foi um grande covarde!
Medite!
Abração!!