
Se não for agora, quando será?
Não nos enganemos irmãos. Desenganemo-nos desta vã esperança, que as vezes confiamos, de termos certeza de que nos arrependermos depois.
Em provérbios no capítulo 1:24ss o Senhor Deus nos diz: “chamei-vos e não acudistes; estendia a minha mão, e não houve quem fizesse caso; desprezastes todos os meus conselhos; Eu também, diz o Senhor, quando vier a hora de vossa morte, zombarei, e não farei caso de vós; e, assim como agora eu vos chamo, e vós não me ouvis, assim, então, eu não ouvirei, ainda que vós me chameis”
Amados, nós confiamos na verdade que diz o Senhor com promessa em que tem prometido que todas as vezes que o pecador o chamar de todo coração o há de ouvir; e esta promessa anda muito mal entendida entre nós. É necessário que sejamos advertidos do que Deus tem prometido nela, e o que não tem prometido.
Deus tem prometido, que todas as vezes que o pecador o chamar de todo o seu coração, o há de ouvir, mas não tem prometido que todas as vezes que o pecador o chamar será de todo o coração. É bem diferente uma coisa da outra.
Se chamarmos a Deus de todo o coração, ele há de nos ouvir; mas se agora não ouvirmos a Deus, depois não o haveremos de chamar de todo o coração. O chamar de todo o coração não depende só de nossa vontade: depende da nossa vontade e da graça de Deus; e na sua graça tem Deus decretado, conforme os juízos altíssimos de sua justiça, que o não possa chamar de todo o coração na morte quem lhe não quis o coração na vida.
O que faz Deus em toda a vida, senão estar-nos pedindo o coração: “Dá-me, filho meu, o teu coração” (Pv. 23:26); assim se negarmos a Deus o coração que nos pede, assim também Deus, nos negará justissimamente que lhe peçamos de todo o coração. Deus agora buscá-nos, e não nos acha; então buscaremos nós a Deus , e não o acharemos.
O mesmo Deus prometeu e ameaçou assim: “buscar-me-eis, e não me achareis, e morrereis em vosso pecado" – não menos que isto.
Queira Deus não nos aconteça tão grande infelicidade.
Se não nos convertermos logo, continuarmos pelo caminho que temos andado, haveremos de nos perder e condenar sem remédio. O remédio é: uma confissão de coração muito verdadeira, uma confissão muito inteira, com firme resolução de não ofendermos mais a Deus. Enfim, façamos agora aquilo que dizemos que faremos depois.
Não nos enganemos irmãos. Desenganemo-nos desta vã esperança, que as vezes confiamos, de termos certeza de que nos arrependermos depois.
Em provérbios no capítulo 1:24ss o Senhor Deus nos diz: “chamei-vos e não acudistes; estendia a minha mão, e não houve quem fizesse caso; desprezastes todos os meus conselhos; Eu também, diz o Senhor, quando vier a hora de vossa morte, zombarei, e não farei caso de vós; e, assim como agora eu vos chamo, e vós não me ouvis, assim, então, eu não ouvirei, ainda que vós me chameis”
Amados, nós confiamos na verdade que diz o Senhor com promessa em que tem prometido que todas as vezes que o pecador o chamar de todo coração o há de ouvir; e esta promessa anda muito mal entendida entre nós. É necessário que sejamos advertidos do que Deus tem prometido nela, e o que não tem prometido.
Deus tem prometido, que todas as vezes que o pecador o chamar de todo o seu coração, o há de ouvir, mas não tem prometido que todas as vezes que o pecador o chamar será de todo o coração. É bem diferente uma coisa da outra.
Se chamarmos a Deus de todo o coração, ele há de nos ouvir; mas se agora não ouvirmos a Deus, depois não o haveremos de chamar de todo o coração. O chamar de todo o coração não depende só de nossa vontade: depende da nossa vontade e da graça de Deus; e na sua graça tem Deus decretado, conforme os juízos altíssimos de sua justiça, que o não possa chamar de todo o coração na morte quem lhe não quis o coração na vida.
O que faz Deus em toda a vida, senão estar-nos pedindo o coração: “Dá-me, filho meu, o teu coração” (Pv. 23:26); assim se negarmos a Deus o coração que nos pede, assim também Deus, nos negará justissimamente que lhe peçamos de todo o coração. Deus agora buscá-nos, e não nos acha; então buscaremos nós a Deus , e não o acharemos.
O mesmo Deus prometeu e ameaçou assim: “buscar-me-eis, e não me achareis, e morrereis em vosso pecado" – não menos que isto.
Queira Deus não nos aconteça tão grande infelicidade.
Se não nos convertermos logo, continuarmos pelo caminho que temos andado, haveremos de nos perder e condenar sem remédio. O remédio é: uma confissão de coração muito verdadeira, uma confissão muito inteira, com firme resolução de não ofendermos mais a Deus. Enfim, façamos agora aquilo que dizemos que faremos depois.
Meu desejo: "que nos convertamos todos e de TODO, pois o dia é Hoje, e a hora é Agora!
Nenhum comentário:
Postar um comentário