segunda-feira, 6 de julho de 2009

ARREPENDEI-VOS, HOJE!!

Paz de Deus!
Quero trazer a vocês o maior sermão que com certeza já li e já ouvi sobre a necessidade de arrependimento e da grande relutância que temos a este apelo durante nossa vida. Apresento-lhes o Sermão do Padre Antonio Vieira um dos maiores pregadores de seu e de nosso tempo.
Postarei cada dia parte das sete considerações feitas por Antonio Vieira de porque não nos arrependermos hoje.
Julgue vocês mesmo as palavras e não o pregador, e decida: Se não for agora quando será?
“Arrependei-vos porque é chegado o Reino dos Céus” (Mateus 3:2)

I - Se não for agora, quando será?
Há mais de dois mil anos que João Batista disse estas palavras, e nós estamos dizendo, todos os dias: “Venha o Teu reino”. Pois, se o reino já então era chegado, como pedimos nós ainda agora que venha?
O reino dos céus em todos os tempos tem três estados: um em que tem chegado, outro em que chega, e outro em quem vem chegando.
Para os que estão mortos, tem chegado; para os que estão morrendo, chega; para os que estão vivos, vem chegando. A uns chegará mais cedo, a outros mais tarde, mas a todos muito brevemente. Esta é a consideração mais poderosa de todas, para nos mover ao arrependimento.
João anuncia o batismo do arrependimento para remissão dos pecados.
Se temos fé, porque não nos arrependemos? E se temos propósitos de nos arrependermos e de nos convertermos a Deus, quando o faremos?
Se haveremos de nos converter algum dia, porque não ser hoje esse dia?

II – Se não for agora quando será?
Se temos o propósito, e dizemos que nos converteremos depois, por que não o fazemos agora? Que motivo teremos depois, que não possa ter agora?
Vamos explorar este ponto:
Que motivo temos para nos converter teremos depois, que não possa ter agora? Se depois haveremos de ter verdadeiro arrependimento, que não pode ser verdadeiro sem verdadeira contrição, há de nos pesar ter ofendido a Deus por ser Ele que em: pois Deus hoje não é o mesmo que há de ser depois? Não é a mesma majestade, não é a mesma grandeza? Não é a mesma onipotência? Não é tão bom, tão amável com há de ser depois? Pois, se então o havemos de amar, por que não o amamos agora? Deus então a de ser digno de ser amado sobre todas as coisas, e agora é digno de ser ofendido em todas?
Cont..,

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