(João 2:23) - E, estando ele em Jerusalém pela páscoa, durante a festa, muitos, vendo os sinais que fazia, creram no seu nome.
(João 2:24) - Mas o mesmo Jesus não confiava neles, porque a todos conhecia;
(João 2:25) - E não necessitava de que alguém testificasse do homem, porque ele bem sabia o que havia no homem.
Quanto mais leio os evangelhos, tanto mais acredito no que diz Juan Pablo Ortiz, de que a igreja de Cristo escreveu e continua editando o “quinto evangelho”, a quem dá o nome de “O EVANGELHO SEGUNDO OS SANTOS EVANGÉLICOS”
É de estarrecer o quanto é descarada a diferença entre as práticas de Jesus nos 4 evangelhos e a prática explicitada no 5º evangelho.
É o mesmo evangelho da “caixinha da promessa” que feito o papagaio do realejo tira a sorte do dia para os “santos”. É urgente e imprescindível voltarmo-nos para o Verdadeiro Evangelho que não é um livro e sim uma PESSOA.
(Tiago 2:19) - Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem.
Vemos daí que crer não é sinônimo de entrega verdadeira, de submissão inquestionável. “Também os demônios crêem”, mas não crêem como nós porque crêem e estremecem.
Esse texto me dá arrepios e me leva a seguinte reflexão: A quanto anda nosso temor?!
Abraço.
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