segunda-feira, 6 de julho de 2009

SOU INOCENTE!

DIFERENÇAS ENTRE JULGAR COM A VONTADE E JULGAR COM O ENTENDIMENTO

Quando Cristo foi apresentado diante de Pilatos, interrogou as testemunhas, examinou as acusações, e declarou a Cristo por INOCENTE: “..,Eu nenhuma causa acho neste homem para o condenar” (Lucas 23:14). Porém, daí a pouco levaram Cristo ao calvário e o pregaram em uma cruz, e puseram escrita nela o motivo de sua condenação.
Pois, se Pilatos diz que, não achou motivo em Cristo – como lhe puseram o motivo escrito na cruz?
AQUI veremos a diferença entre ser julgado com o entendimento ou julgado com a vontade.
Depois que Pilatos declarou a inocência de Cristo, devolveu as acusações e o acusado ao juízo da vontade dos príncipes dos sacerdotes: “..,e abandonou Jesus à vontade deles” (Lucas 23:25); e como Cristo foi julgado no juízo da vontade, logo lhe acharam motivo para o crucificar.
No juízo do entendimento, ainda que entendimento de Pilatos, não se achou motivo para condenar Jesus. Porém, no juízo da vontade, ainda que o julgado era Jesus, achou-se vários motivos.
E por quê vale mais a vontade sendo cega, do que o entendimento tendo olhos de águia?
Porque o entendimento acha o que há; a vontade acha o que quer.
Conforme a vontade quer, assim acha.
Se a vontade quer favorecer, achará merecimento em Judas; se quiser condenar, achará culpas em Cristo.
No juízo de Deus até um ladrão se salva.
No juízo dos homens até João Batista se condena.

E você jurava que só acontecia com você!

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